Plano de Saúde Popular

Fraudes e desperdício consomem cerca de R$ 22, 5 bilhões da saúde suplementar
7 de Março de 2017
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O Ministério da Saúde encaminhou à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) as propostas do grupo de trabalho encarregado de criar um novo formato de plano de saúde, com cobertura mais restrita e preços mais baixos. As sugestões permitem regras mais flexíveis para o aumento das mensalidades, restringem o acesso a procedimentos mais caros e ampliam o prazo para que operadores providenciem o atendimento a seus consumidores.

A sugestão prevê ainda que o usuário arque com, pelo menos, 50% do valor do procedimento, seja ele terapia ou exame de diagnóstico. O grupo responsável pela proposta afirma que, para isso, é preciso haver mudanças nas regras da ANS. O plano mais básico só tem cobertura para a chamada atenção básica à saúde. Não prevê internação, terapias e exames de alta complexidade, atendimento de urgência e emergência e hospital/dia.

O grupo de trabalho tem membros de Abramge, Proteste, AMB, CFM, Unimed e Confederação das Empresas de Seguros, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização, entre outras.

FONTE: ANS

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